Mais professores á disposição da Educação.

O SECTOR da Educação conta com mais 145 professores do Ensino Básico, graduados pela escola da ADPP de Nametil, cuja XI cerimónia teve lugrar na passada terça-feira.

O governador Victor Borges, que dirigiu o acto, chamou atenção para que no desempenho das suas funções se abstenham de se envolverem em actos que podem prejudicar a formação dos alunos que terão pela frente.

Apontou para a necessidade de se absterem da prática de ilicitudes, como o assédio sexual.

´´Disseram aqui que vão realizar as vossas actividades sabendo estar e sabendo fazer, mas eu acrescento, fazendo acontecer a formação, para tirarmos a nossa população do analfabetismo, para termos uma geração futura que viva em paz, que dignifique e ame a sua pátria´´, anotou Borges.

Alertou para que estejam disponíveis a trabalhar em qualquer parte do país, onde, nalgumas casos, não vão en contrar as condições que deixam em Nametil, nome adamente energia eléntrica, contruções convencionais, acesso á água, estrada esfaltada, entrou outras.

A rgentino Nunes disse, falando em representação da ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, que o presente ano constitui para o sector um grande marco, por ter sido de grande realizações, dentre as quais se destoca a aprovação e divulgação da estratégia e expansão de ensino bilingue no  país e a introdução, em Agosto passado, de um novo curso de formação de professores do ensino primário e educadores de adultos com 12ª+3 em 19 instituições.

´´ Por isso a que conduzirá o futuro das crianças que estarão sob vossa responsabilidade, uma tarefa árdura, mas gratificante´´, indicou.

Recordou que o trabalho em equipa deve ser a tónica dominante da actividade de docência.

Num outro desenvolvimento, Argentino Nunes exortou os graduados a usar os conhecimentos que adquiriram ao longo da sua formação para promover a busca de soluções dos problemas do quotidiano.

Para os professores graduados, o momento constitui uma enorme alegria pelos conhecimentos e competências,  assimilação de metodologias de ensino de várias disciplinas curriculares, produção e uso do material didáctico, planificação e leccinação de aulas nas escolas em práticas pedagógicas .

´´Sentimo-nos preparados para transmitir uma educação plena e de qualidade ás crinças, tornando-as criativas e preparadas para o futuro prometeram em mensagem linda na ocasião.

Estratégia vai melhorar combate a união prematura

O GOVERNO de inhambane e parceiros estão a desenhar estratégia para melhorar a divulgação da Lei nº 19/2019, de 22 de Outubro, que previne e combate uniões prematuras, que destrói sonhos de raparigasem vários cantos do país.

Só o ano passado foram registados na província 89 casos de raparigas com idades que variam dos 15 a 17 anos que abendonaram a escola por causa das uniões prematuras ou gravidezes precoces.

Na sua maior estes actos são permitidos por parentes e líderes tradicionais, que obrigam as adolescentes a se juntarem com idosos em troca de valores monetários ou outros bens.

A informação foi dada a conhecer semana passada na cidade de Maxixe num encontro provincial de divulgação da Lei de Prevenção e Combate a União Prematura, ao obrigar do número um artigo 178 da Constituição da República.

A lei prevê pena de até 12 anos da prisão ás pessoas envolvidas em situações de uniões prematuras de menos de 18 anos, como autores ou cúmplices.

O secretário permanente previncial, Ricardo Nhacoongue, considera que o encontro serviu para conscencializar os participantes sobre a necessidade de divulgação da Lei recentemente aprovada, através de estratégia a serem desenhadas para que o instrumentos seja do conhecimento de todos os cidadãos.

Por seu turno, o procurador provincial, José Manuel, referiu que o papel do Ministério Público, neste caso concreto, é promover a aplicação do instrumento jurídico, primeiro no sentido preventivo, que é a divulgação

da Lei nº 19/2019, de 22 de Outubro, para que tenha maior eficácia.

Entretanto, as organizações  da sociedade civil consideram  que é um desafio divulgar a Lei sobre a Prevenção e Combate ás uniões prematuras junto das comunidades.

De acordo com a gestora provincial da Plan International, Elisa Langa, o objectivo da organização é eliminar os chamados casamentos prematuros, não só em inhambane, como também em todos o país. Elisa Langa referiu que Moçambique é um dos paises do mundo onde o índice de casamento prematuros é elevado , situado-se  na nona posição.   

MINEDH quer professores a promover línguas nacionais

A MINISTRA da educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) Conceita Sortane, acredita que as 19 línguas nacionais objecto de ensino nas escolas primárias do país, contribuem tanto para massificar o ensino  quanto promover a cultura das comunidades.

Sortane falava há dias no distrito de Nicoadala,  província de Zambénzia, durante a cerimónia de graduação de 191 professores  formados e graduados pelo Instituto de Formação de Professores daqueles distrito em dois cursos.

A ministra pediu aos recémgraduados para aceitarem o exercío da função em qualquer parte do território.

´´ Há professores que são graduados, juram aqui vivamente que são a luz e vão tomar conta das crianças mas quando chega á hora da verddade dizem que não, aqui não, aqui não é nossa vida.

Então, nós queremos que nos sintamos como moçambicanos?´´, questionou Sortane.

Para o director do Instituto de formação de professores de Nicoadala, António Mbofana,afirmou que os recém-graduados estão dotados de competência para o actual mercado de emprego.

´´ Os formados que são  hoje graduados estão dotados de competência institucionais, culturais, de aprendizagem contínua e inovação, numa perspectiva integrada do ensino de qualidade´´, sublinhou Mbofana.

No ano em curso, o MINEDH graduará cerca de cinco mil professores formados nos institutos congéneres, e nos institutos magistérios na Zambézia, em particular, deverão disponibilizar cerca de 600 professores. – (AIM)

Mopeia abre ano lectivo com nova escola primária completa

UMA nova escola primária completa, com capacidades para mais de mil alunos, entrou em funcionamento no presente ano lectivo, no distrito de Mopeia, na Zambézia. A escola, que compreende cinco salas de aula, bloco administrativo, casas de banho e campos para jogos, foi apetrechada com carteiras duplas, podendo oferecer aos alunos condições eficientes de ensino e aprendizagem.

O Governador da Zambézia, Abdul Razak, que inaugurou o estabelecimento de ensino, por ocasião da abertura oficial do presente ano lectivo, pediu aos pais e encarregados de educação para contribuírem na educação dos seus filhos e educandos, mandando-os á escola, por forma a valorizarem o investimento pelo executivo. Para ele, a educação é a base do desenvolvimento, por isso é fundamento fazer o investimento incondicional neste sector, olhando para os perfis de saída dos alunos no futuro.

Abdul Razak explicou ainda que o conhecimento técnico e científico é fundamental para a luta contra a pobreza pois, sem a educação é impossível que o país desenvolva.

 

Razak exoncu os pais e encarregados para a sua participação activa na educação dos seus filhos e pediu aos mesmos que prestem atenção especial, principalmente, á educação da rapariga, porque, segundo afirmou, o país precisa de mais mulheres a trabalharem em diferentes áreas, que ainda não estão a ser exploradas por estas, Razak anotou que a escola primária é nova, com algumas condições, que vão melhorar  o processo  de ensino e aprendizagem, já que, de acordo com as suas palavras, os alunos não vão  estar dependentes com os problemas das chuvas e sol e também vão deixar de estudar sentados no chão.

 

O ano lectivo de 2019, na Zambézia, arrancou com alguns desafios, pois há ainda, alguns escolas sem tecto, por causa das chuvas e ventos fortes, que se abasteram por algumas regiões da província.

Concurso Literário

Originais inéditos em língua portuguesa nas categorias de: Conto infantil, romance e poesia.
Regulamento do concurso no facebook da alcance editores e na sede: Avenida Zedequias Manganhelas, Nº 309, 1º andar, Maputo.

Download Regulamento do concurso literário

Livros gratuitos continuam à Venda

O LIVRO escolar de distribuição gratuita continua a ser comercializado em muitos pontos da cidade de Maputo, sobretudo no mercado informal, apesar da proibição pelo Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano da sua venda.
Trata-se de manuais do Ensino Primário (1.ª a 7.ª classes), disponíveis no mercado informal a preços que variam de 100 a 200 meticais por unidade. Um dos focos identificados é a Baixa da cidade de Maputo, local que regista um grande fluxo de vendedores informais, com os apelos lançados pelo Governo, através dos meios de comunicação social, sobre a proibição e penalização da venda do material escolar de distribuição gratuita, em especial o livro os informais fazem ouvidos de mercador vão facturando ilicitamente sem que alguém ponha termo à situação.
​Os manuais não são vendidos à vista. Para aceder aos mesmo é preciso aproximar-se ao vendedor que posteriormente recorre a sacos, caixas e ou cestos disfarçados entre outros artigos e, secretamente, retira o material.
​As avenidas Zedequias Manganhela, Guerra Polular, Filipe Samuel Magaia, Josina Machel e Fernão Magalhães são os palcos preferenciais dessa corrida pelo dinheiro.
​Entretanto, os operadores do ramo de venda de kits escolares na cidade de Maputo dizem que está garantida a oferta a todos os níveis, não prevendo a sua escassez e/ou espaço para especulação.
​Momed Cassamo, do grupo Canon Impex, um estabelecimento de referência no ramo, disse que o seu estabelecimento aumentou a importação, pensando no aumento da procura que é típico por estas alturas do ano.
​“Estamos a oferecer material tendo em conta o nível de procura que se regista por estas alturas do ano. Importamos na última semana um contentor de material e, a partir da próxima semana chegarão outras seis com cadernos para o nível superior”, garantiu Cassamo.

As aulas iniciaram

ARRANCA hoje, em todo território nacional, o ano lectivo/2015, depois de as cerimónias centrais terem ocorrido na sexta-feira na capital provincial do Niassa, Lichinga, sob orientação do Ministro da Educação e Desenvolvimento Humano, Jorge Ferrão.

Este ano, segundo aquele dirigente, mais de seis milhões de crianças vão ter acesso à escola, apesar de em algumas províncias do centro e norte, nomeadamente Zambézia, Nampula e Niassa, principalmente, as enxurradas que fustigam estas regiões terem destruído várias salas de aula e feito deslocar numerosas crianças em idade escolar.

Antes e depois de presidir às cerimónias centrais de abertura do ano lectivo o ministro da Educação e Desenvolvimento Humano visitou algumas escolas da cidade de Lichinga e do distrito de Sanga, onde interagiu com os professores e gestores dos respectivos estabelecimentos de ensino para, segundo afirmou, inteirar-se das realizações, problemas e do grau de cumprimento das metas estabelecidas.

De referir que em todas as visitas o ministro esteve sempre acompanhado pelos responsáveis da Vodacom, Televisão de Moçambique, UniLúrio e Alcance Editores, instituições que, juntamente com o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, estão envolvidos num programa denominado “Moldando Mentes”, que tem como principal objectivo desenvolver o gosto pela leitura.

No âmbito do mesmo programa, milhares de livros foram doados por várias instituições e singulares integrados no chamado “Clube dos Amigos da Educação”.

No seu discurso de abertura, Jorge Ferrão advertiu que não vai tolerar o absentismo dos professores e gestores escolares, convidando aos que não se sentem melhor enquadrados a solicitarem a sua demissão. “Exigimos maior responsabilidade aos professores. Todos sabemos que existem problemas de progressões nas carreiras, atrasos de vistos do Tribunal Administrativo e salários em atraso mas isto não pode – e nem deve – ser justificação para que não estejamos nas escolas”, advertiu Ferrão, informando que estes problemas devem ser resolvidos com os professores e gestores dentro dos estabelecimentos de ensino e nunca enveredar pela via do absentismo.

Revelou que em 2015 mais de oito mil professores novos vão ser integrados no ministério que dirige. Para o ministro, estes profissionais novos precisam de encontrar um ambiente de paz, de solidariedade e, principalmente, de profissionalismo e competência.

“Gostaria de ver, este ano, todos os professores com o seu fardamento e com a assiduidade registada pelos directores das escolas, cabendo a este último a responsabilidade de administrar, controlar e fazer cumprir as decisões emanadas do Ministério com o apoio das direcções provinciais”, pediu aquele dirigente, ao mesmo tempo que aconselhava a sociedade civil a prestar mais apoio ao sector que dirige, ao invés de criticar sem apresentar soluções que contribuam para a mudança da situação que se vive actualmente no sector da Educação.

Num outro desenvolvimento, o titular da pasta da Educação e Desenvolvimento Humano reconheceu a necessidade de conferir às escolas uma autonomia para resolverem os problemas básicos de operacionalidade, tendo, para isso, dado a conhecer que “este ano o ministério que dirige fará tudo para descentralizar os orçamentos e colocar uma parte destes nas escolas”.

Outras questões referidas pelo ministro durante o seu discurso de abertura do ano escolar têm a ver com a necessidade de a sociedade civil se solidarizar para com as vítimas das enxurradas e de Chitima, a qualidade da educação, responsabilização dos professores e gestores das escolas e a produção escolar como forma de ensinar a criança a cuidar da machamba. A permanência da rapariga na escola até completar os ciclos desejáveis, a participação dos pais e encarregados de educação nas actividades da escola, a alocação de carteiras em todas as salas de aula, a participação das empresas no ensino e aprendizagem em Clubes dos Amigos da Educação foram outros aspectos mencionados por Ferrão.

(Retirado do jornal Notícias)

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